Thursday, 10 June 2010

Two tales of Two Cities















"(...) a branch of Banco Santander, opened last month—the first bank inside a Rio favela. Guilherme Nicolas, the branch manager, hopes to sign up 10,000 customers. But he says most residents earn less than 1,000 reais ($600) a month, and some want loans to buy food. Insecurity and poverty have gone hand in hand in Rio. A safer city has a better chance of becoming a less socially divided one."

And the always alert Aydano André Motta reminds us.

"O primeiro censo feito aqui nos trópicos, em 1872, aferiu que 24% das escravas pagavam seus pecados no serviço doméstico. Passaram-se 138 anos, e a Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE refez a conta: 23,3% das negras e pardas que trabalham ganham a vida como... domésticas. O empate técnico está lá, devastador, no Relatório Anual das Desigualdades Raciais no Brasil. Prova mais esmagadora de nosso imobilismo social não pode haver. (...)"

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Thursday, 13 May 2010

Useful ambitions

An ambitious goal involving the new strategies of Brazilian Foreign Ministry makes for a heck of picture (even without the mainstream media consensus)! At least for now. Only time will tell who will have the last laugh on the frontpage. Washington Post's Jackson Diehl has made his choice on who it will be. REUTERS/Ricardo Moraes 



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Friday, 7 May 2010

Two sides, one frontier

With a lot at stake, the two brigades take position on the Arizona law, with all eyes and fucus the upcoming elections.

The left part.





And what does the right wing have to say?





Maybe it's the last big debate in the current political system governing US politics.



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Sunday, 2 May 2010

The Giant is waking up

If the 11 million illegal immigrants (which the US economy can't live without) were sleeping, it might mean a oforever nightmare for many politicians in favor of the new Arizona law. Through boycotts and world class community organization, big crowds have protested in and outside of the United States, calling the world's attention.




Maybe it's the prelude of an outstanding victory? Many analists say that the Immigration Reform can become that final breath of the radical right in the United States, bringing the Republican party to a "moderate right" majority.


Watch CBS News Videos Online


But where does the rest of the continent (and its borders) stand on the state of immigration?

Are Immigration laws in Mexico really stricter than Arizona's?

By the way, the law was softned to "allow police to have the right to search only suspects who have been involved in any illegal activity". Better let Good'Ol'Rilley make things clear.





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Friday, 23 April 2010

It's the community organization for what's right, stupid!

With one of the most decisive elections soon to come, the two largest nations in the world re-think their political systems. But is the capacity to organize for comprehensive "game changing" legislation really possible in around communities in both societies??



Whether it's about Illegal Immigration or Illegal Politicians who are up for elections, the result of both legislations have an enormous potential to make a global impact, resulting in major change in the political and social life and in the economy of all countries in the Americas.







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Thursday, 22 April 2010

Arquivo [[[[[[[[ gLOBAL eXCHANGE pOST ]]]]]]]]

Dear Readers,

GLOBAL EXCHANGE POST past editions will be found here soon.


Car@s leitor@s,
Nosso arquivos estarão disponíveis em breve aqui.

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Rodrigo Silva de Paula
rodrigo.icde@gmail.com
http://twitter.com/icde
PUBLISHER


Saturday, 21 November 2009

>> Networking & Justiça Social no Rio de Janeiro

II MOSTRA DE INTERCÂMBIO CULTURAL




Oportunidades: Justiça Social, Desenvolvimento
Econômico e
Networking Internacional


Na primeira Mostra Bienal o tema foi intercâmbio cultural. Nesse mês de dezembro os temas são os desafios d@s cariocas em transformar oportunidades de networking e intercâmbio em oportunidades de Desenvolvimento Econômico e promoção de Justiça Social. E em diferentes comunidades na Região Metropolitana. Vamos ouvir idéias concretas para derrubar as barreiras que dificultam a integração entre cariocas e visitantes de outras comunidades do país e do mundo

Onde: a 7 minutos da Cinelândia
- IPDH / Casa Brasil Nigéria



PROGRAMAÇÃO


  • PAINÉIS DE DEBATES e ENTREVISTAS BATE PAPO
- Diálogo Global: Desafios de Networking e da promoção de Justiça Social
– de 3 a 15 de Dezembro, das 19h30 às 21h
Programação completa de palestrantes a partir do dia 27/11


Andreza Martins, Comissão FULBRIGHT:
Oportunidades de Educação e barreiras culturais nos Estados Unidos
– 
10 de Dezembro às 19h30



  • MOSTRA DE FILMES:
    Barreiras Culturais de Comunicação ao redor do planeta
– de 3 a 15 de Dezembro, das 18h às 19h30

  • MURAL DE OPINIÕES:
    “Caro presidente Obama, acredito que sim, você pode
    ®
    colaborar com a
    Justiça Social no Brasil assim: (...!)”
– de 3 de Dezembro a 25 de Fevereiro de 2010


  • OFICINAIS GRATUITAS
de 1º a 14 de Dezembro, das 7h às 23h, de segunda a sábado
o Desenvolvendo capacidade de comunicação internacional de forma sustentável e justa
o Programas de Coaching para comunicação global
Agendamento pelo e-mail: contato.glc@gmail.com ou telefone: + 55 (21) 2221-9313 / 8226-1319




  • EXPOSIÇÃO DE FOTOS:
Inspiração Afro Americana para o mundo no século 21
– de 3 a 15 de Dezembro, das 9h30 às 22h


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjd4kMjs6DJxZf1_lUk2CA4lpTsyif0hfDBe22Rvd-F64Qe5_OD_IXreAm0T8Q3yGK-dbSLZXELx_jLWC6TbtDIO5XOYogpm5l7v8A70yB5DEhFYrDFhE0qDnCNw1CZvY9DF8LJ2OKk5WQ/s400/40+acres+and+a+mule+1930-1.jpghttp://3.bp.blogspot.com/_l8xeX8k9lgo/R-kUvWRGTEI/AAAAAAAABUg/cv98ARSWJ6o/s400/nast.jpghttp://home.att.net/~reniqua/bus12.jpghttp://www.cifras.com.br/arquivos/fotos_noticias/467575_137.jpghttp://www.hilaryshepherd.com/rantsnraves/wp-content/uploads/2009/01/president-obama-family.jpg






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Por que você precisa se
comunicar globalmente? O que
você precisa para conseguir?


Friday, 6 November 2009

An MANDATORY class of Brazilian History during times of public policies for Universities debate














The interview is old but timeless and a good apetizer for the umbeliveable and inedit information. Long but the first and ever time the topic was debated in the Brazilian media and academic community. It's in Portuguese, but the article published about the subject is arguably one of the best Classes of African Diaspora from this perspective. 

 
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James Meredith’s views about Brazil in English



Enquanto vários líderes negros dos anos 1960 se tornaram conhecidos ao promover grandes marchas e boicotes, James Meredith entrou para a história norte-americana por ter mobilizado uma operação de guerra com 5.500 militares norte-americanos. O motivo: assegurar que, no dia 1º de outubro de 1962, ele se tornasse o primeiro negro a pisar na Universidade do Mississippi como um aluno regular.

Não foi a única vez que esse veterano da Guerra da Coréia provocou polêmica. Em 1989, virou assessor do senador ultraconservador republicano Jesse Helms. Durante o período em que trabalhou com Helms em Washington, Meredith diz ter descoberto que, por trás da estratégia de dissimular o racismo dos republicanos, estavam formuladores de políticas públicas lusófonos. "Descobri que eles eram os mais eficientes e capazes supremacistas brancos do mundo", afirma.

Em sua segunda visita ao Brasil, a convite da ONG Portal Afro e com o patrocínio do Consulado dos EUA em São Paulo, James Meredith, 72, foi entrevistado com exclusividade pela Folha de São Paulo.

Folha - O seu primeiro dia na Universidade do Mississippi é bastante conhecido, mas como foi nas semanas seguintes?
James Meredith - É quase impossível para alguém entender. A luta não era sobre educação, não era sobre a Universidade do Mississippi, era contra a supremacia branca. Eu estava atacando a supremacia branca. Fui bem-sucedido ao colocar o governo dos Estados Unidos numa posição na qual eles tiveram de usar sua força militar para assegurar meus direitos. Eles nunca tinham havia usado o poder da América para assegurar os direitos, embora tenham aprovado todo tipo de lei. Na verdade, o dia em que pisei no campus, o objetivo maior tinha terminado. A supremacia branca, como uma existência oficial e legal, foi esmagada. Não havia mais nada a fazer depois disso. Você nem ouviu falar dos negros que vieram depois de mim. Isso não é importante. Mesmo a minha freqüência não foi importante. Foi apenas o meu direito de fazer o que os brancos do Mississippi tinham direito. É disso que se tratava. Eu consegui que os militares lutassem na minha guerra. A América ocupou o Mississippi da mesma forma que ocupou o Japão depois da Segunda Guerra Mundial.

Folha - A história de Rosa Parks tem sido contada de forma romântica: uma costureira que se recusou a dar o lugar ao branco no ônibus porque estava muito cansada, embora ela tenha sido uma ativista com opiniões fortes. Acontece o mesmo com o sr.?
Meredith - Eles tentaram fazer isso comigo, mas havia um conflito entre a elite liberal, que é a mesma coisa que o Partido Democrata, a burguesia negra e mim. Eles queriam me transformam neles. Mas estava preocupado em criar uma situação como os judeus os fizeram em Nova York, em que os negros tivessem voz na política. Mas os políticos na América sempre aprisionaram o nosso poder político, primeiro com os republicanos, depois com os democratas.

Folha - As imagens da população negra após a passagem do furacão Katrina chocaram o mundo. O sr. ficou surpreso também?
Meredith - Não. Enquanto os EUA têm estado há muito tempo no processo de mudanças governamentais, as políticas da supremacia branca ainda são a realidade. Os negros têm uma grande porcentagem de pobres em comparação com qualquer grupo, e o furacão Katrina deixou isso claro. Embora no Mississippi e em Nova Orleans, há mais brancos pobres do que negros pobres em números absolutos, a supremacia branca tomou conta dos brancos. Os negros não tinham ninguém.

Folha - Qual é a imagem que mais se aproxima da realidade dos negros nos EUA: Condoleezza Rice ou as vítimas do Katrina?
Meredith - As vítimas do Katrina. Condoleezza Rice é o resultado da estratégia dos republicanos do Sul para reconquistar o controle da Presidência e do Congresso dos EUA. Politicamente, Colin Powell, Rice e Clarence Thomas não mudam nada. Eles são boas pessoas, mas são apenas instrumentos. E todos eles sabem disso, mas querem que tudo fique do jeito que está.

Folha - Esta é a segunda vez que o senhor vem ao Brasil, um país que, como os EUA tem uma hierarquia racial. Quais as diferenças na forma como essa hierarquia opera?
Meredith - Os portugueses - e o mesmo serve para o Brasil- foram os mais eficientes e conhecedores de todos os grupos europeus no sistema estabelecido da supremacia branca. E foram eficientes em fazer parecer que não se tratava disso. Eles venderam a idéia de uma democracia racial. Todo mundo sabia que era uma mentira, mas aí está a inteligência da hierarquia portuguesa. Na América, mais da metade dos brancos era contra a forma de supremacia branca em 1860. Eles venceram a Guerra Civil, e o Congresso deu direitos cidadãos aos ex-escravos. Até hoje, o Brasil nunca deu direitos cidadãos aos seus ex-escravos. E isso foi feito de forma quase imperceptível.

Folha - O sr. quer dizer que o formalismo da legislação brasileira obstrui o debate?
Meredith - Absolutamente. Ninguém no Ocidente fala sobre supremacia branca. Fala-se sobre raça, racismo. São termos emotivos. Enquanto as pessoas criarem suas crenças e suas políticas em cima de termos emotivos, nunca lidarão com a realidade. Os portugueses foram os que entenderam isso melhor.

Folha - Por que o sr. decidiu trabalhar com Helms?
Meredith - Eu me associei a Jesse Helms, considerado o mais poderoso adversário da elite liberal americana, mas não parei por aí: apoiei David Duke [ex-membro da Kun Klux Klan e candidato a governador na Louisiana]. Eu queria criar uma situação na qual poderia falar de forma realista para que os negros entendessem. Os republicanos usam uma técnica moderna: palavras-código. "Bussing" [programa que leva alunos negros a escola brancas], por exemplo, se tornou uma palavra-código. Quando eles falam que são contrários ao "bussing", significa que querem continuar com a supremacia branca. E sabe quem deu essas estratégia aos republicanos? Os portugueses. Foi o que mais me surpreendeu quando fui a Washington com Jesse Helms. A única coisa que fazia era ir a todos os "think tanks", que formulam todas as políticas públicas. O que descobri é que todas as pessoas que faziam políticas públicas para os republicanos eram lusófonos! Luso-brasileiros, portugueses ou afro-portugueses. Havia Danish D'Souza [indiano, autor do livro "O Fim do Racismo"] e três ou quatro outros. Não entendi o que significava. Por que essas pessoas estavam formulando políticas para os negros da América? Quando estudei, descobri que eram os mais eficientes e capazes supremacistas brancos do mundo. Eram as pessoas adequadas para ensinar a América sobre como lidar com o negros. Eu soube que, quando me associei aos dois, isso seria um assunto nos anos seguintes. Mas também sabia que, se eu vivesse o suficiente, teria a chance de levantar novas questões. É melhor ter uma klansman convertido do que ele continuar enforcando negros.

Folha - No Brasil, a Marcha do Zumbi deste ano se dividiu em duas, uma mais próxima e outra mais independente do governo Lula. Nos EUA, havia a divisão entre separatistas integracionistas. Como o sr. compara essas divisões?
Meredith - É impossível comparar a questão racial nos dois países. Zumbi viveu no século 17, e as celebrações começaram 10, 15 anos atrás. A mudança no status dos descendentes de escravos está apenas começando no Brasil. E a primeira coisa que os brasileiros têm de entender é que a estrutura do poder branco no Brasil tem grande interesse em expandir a cidadania, mas não sabe como fazer. Todos creditam a Martin Luther King, James Meredith e Stokely Carmichael pela mudanças. Essa não é a verdade. As verdadeiras mudanças vieram dos poderosos e seus descendentes. Mississippi se tornou importante porque os brancos de Harvard, Yale, Columbia foram para lá e se colocaram na linha de frente para forçar o governo a mudar suas políticas. Foi isso que provocou as mudanças, e não os negros gritando. Não estou dizendo que o que os negros e outros não-brancos fazem não é importante, porque é o que dá a desculpa às pessoas com poder real para mudar as coisas. O que aconteceu na revolta dos descendentes de imigrantes na França é quase idêntico. O presidente francês admitiu que o verdadeiro problema é a discriminação contra negros e muçulmanos, mas acrescentou algo bem prático. Ele disse que, antes de fizermos algo contra a discriminação, temos de reprimir todos os distúrbios e então pensar sobre fazer algo sobre isso. No Brasil, muitas corporações não têm um único negro. Nos EUA, isso não pode ocorrer, não por causa das corporações, mas por causa do governo federal, que exige um plano de ação afirmativa. Enquanto não houver isso no Brasil, nada será eficiente.

Entrevista publicada no dia 21 de novembro 2005

Monday, 12 January 2009

The last, at last

President Bush in his final press conference. And comediants start saying goodbye.

Tuesday, 16 December 2008

The irony of the First Amendment...

Some people could say they wonder if it would happen during Sadam's regime. But the big question is: how will the freeded Iraq institutions treat this citizen?

The shoes attack seen through the perspective of the Arabian Al Jazeera:




It even became an internet game.


And of course the Xmas present for comediants all around the world:

Tuesday, 9 December 2008

The (climate) CHANGE we have to believe in. Now!!

Former Vice President Al Gore will visit President-elect Barack Obama here on Tuesday ­­to discuss energy and climate change issues, a meeting scheduled at Mr. Gore’s request, according to the Obama transition office.

Mr. Obama is expected in coming days to name his Cabinet choices to head the Energy and Interior Departments and the Environmental Protection Administration, which share responsibility for the energy and environmental issues important to Mr. Gore.

Mr. Gore is not under consideration for a job in the administratio, or to be “climate czar” in the Obama administration, a special post that has been under discussion, the Obama adviser said.